O ex-coordenador nacional do programa Mais Médicos e professor da UFPB Felipe Proenço de Oliveira, a saída dos cerca de 8,5 mil profissionais cubanos do programa, associado a outras 2 mil vagas em aberto, deverá deixar 367 cidades brasileiras sem nenhum tipo de assistência à saúde; 'Olhando todos os editais, não vejo como seja viável preencher 10 mil vagas com brasileiros", destaca; para ele, as exigências feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e que resultaram na saída dos cubanos 'são condicionalidades que não são exigidas em nenhum outro país'
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